Trabalhos

Rosto e as características
Débora Rocha de Santana
Na performance ´´Rosto e as características`` realizada originalmente no ano 2019.A artista Débora confecciona a máscara e faz projeção diretamente para o seu rosto que vai ter uma sequência de imagens separada especialmente pela artista.A imagem há ser refletida no projeto vai ser da própria artista .
Fotos: Bárbara Rocha
Voz do vídeo: Amanda Brito

Corpo que pesa, mente que sofre
Maria Aparecida Pereira da Silva
A performance” Corpo que pesa, mente que”, realizada na Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), na sala 3 pela estudante de artes Visuais Maria Aparecida.
Ela está sentada encolhida no chão e atrás de suas costas é projetado um vídeo em que a própria artista atua.
Vídeo: Isabela Santos.

Sangue ao alvo
Joelma Alves Nascimento
A artista Joelma Alves, traz em sua performance inquietações relacionadas ao universo feminino da menstruação e o enfrentamento ao machismo que considera uma afronta a liberdade da mulher durante o período menstrual. Nesse trabalho a artista escreve frases com seu próprio sangue que questiona essa prática machista e o ato de menstruar.
Quando o espelho machuca
Mayra Aparecida de Sousa Lopes
Na performance “Quando o espelho machuca”, a artista Mayra Souza posiciona-se na frente de um espelho rodeada de estilhaços e ferimentos pelo corpo, sendo esses estilhaços de espelho marcados por nomes e frases ofensivas ditas em momentos de autojulgamento, fazendo uma alusão à baixa autoestima e a dificuldade de se olhar no espelho sem sentir raiva de si mesma, como se ver a própria imagem machucasse literalmente.

Um novo olhar
Glécia de Almeida Neves
Em novembro de 2019, buscou desenvolver questões que relacionem entre si e retrate uma nova visão do corpo em todas as suas formas. Despertando em si própria a aceitação do seu corpo esguio sem silhuetas e volumes. Foi através da fotografia que essa visão foi sendo retratada com roupas que fogem do seu cotidiano, como também o uso de maquiagem.

Confusões Internas
Talita Morais
A performance “Confusões Internas”, realizada no ano de 2019, Talita Morais se despe de forma à mostrar suas “cicatrizes” usando frases e palavras escritas no seu corpo, tendo como temática seus sentimentos. Através dessas “cicatrizes”, reações de acontecimentos vivenciados por meio de lembranças, medos, solidão, e angustias são evidenciados em sua performance.